LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Saí de casa correndo, o meu coração disparado e a mente em um turbilhão de preocupações. Entrei no carro com um movimento rápido, o motor rugindo à medida que girava a chave na ignição. O silêncio da noite foi rapidamente substituído pelo ronco do motor e pelo som dos pneus cantando no asfalto enquanto acelerava em direção ao galpão da máfia.
O caminho parecia mais longo do que o normal. As luzes da cidade passavam como borrões ao meu redor, mas eu mal as notava