LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Hoje foi a pior noite da minha vida. Assim que Rafaella saiu, eu me sentia como um vulcão prestes a entrar em erupção. Cada fibra do meu ser tremia de raiva e frustração. Não conseguia acreditar que tinha sido tão ingênuo ao confiar nela. Como pude ser tão cego?
Destruí tudo que estava ao meu alcance no quarto dela. O som do vidro quebrando, da madeira se partindo, tudo parecia uma sinfonia de caos que ecoava a tempestade dentro de mim. Cada objeto que caía, cad