LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
As semanas desde que soube da morte de Rafaella se arrastam como um pesadelo interminável. O tempo, que deveria curar, apenas intensifica a dor, transformando cada momento em uma lembrança amarga do que eu perdi. Não sou mais o homem que costumava ser. As sombras que me cercam são profundas, e a luz que Rafaella trouxe à minha vida se apagou, deixando apenas escuridão.
A notícia da morte dela foi um golpe do qual nunca vou me recuperar. Não pude ao menos enterr