LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Eu estava dirigindo há horas, sem destino, com os olhos fixos na escuridão, esperando por algum sinal, qualquer coisa que me dissesse onde Rafaella estava. O meu telefone estava ao meu lado, silencioso, como se zombasse da minha impotência. Cada minuto que passava sem notícias dela era como uma facada no peito, uma dor que eu mal conseguia suportar.
Já tinha falado com todos os meus contatos, acionado todos os recursos que tinha. Os meus homens estavam espalhad