LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Consegui chegar ao hospital com Celina nos braços. Cada passo era uma luta contra a urgência que crescia dentro de mim, o peso do seu corpo se tornando uma carga cada vez mais difícil de suportar. O sangue encharcava a minha roupa, um vermelho vivo que me lembrava da gravidade da situação a cada instante. Eu sentia o calor do seu sangue se misturando ao meu suor.
Assim que as portas automáticas do hospital se abriram, uma enfermeira olhou para mim e gritou algum