RAFAELLA MARTINI NARRANDO.
ITÁLIA.
Ainda sinto o calor das mãos de Leonardo no meu braço, mesmo depois que ele saiu, batendo a porta atrás de si. Fico parada no meio da sala, o coração batendo forte demais no peito, a respiração pesada como se eu tivesse acabado de correr uma maratona. Tento recuperar o controle, mas é difícil. As palavras dele ainda ecoam na minha cabeça, misturadas com a minha própria raiva, confusão e... dor. Ele estava certo em me parar? Será que exagerei?
Solto um suspiro,