ENZO
O motorista colocou o carro em movimento e nos levou sem pressa até o galpão. Quando a porta foi aberta, saí do carro sentindo o sanguinário adormecido em mim começar a despertar.
— Vamos logo com isso. Ainda temos treze horas de voo até Laura — disse entrando no galpão.
— Enzo! — disse Monalisa com um sorriso falso de felicidade, vindo até mim quando entrei no seu cárcere. — Quero lhe pedir algo... que me deixe ver o nosso filho. Por favor — implorou encenando um semblante de pobre moça f