ENZO
— Ele já está no quarto? — perguntei.
— Sim. O senhor pode entrar para vê-lo.
— Obrigado.
— Se o senhor quiser, posso pedir ao psicólogo infantil do hospital para conversar com o garoto. Amanhã, talvez?
— Vou pensar nisso.
— Como queira, Sr. Albertinni.
Dirigi-me para o quarto e, ao entrar, Lorenzo conversava com uma enfermeira que tentava acalmar o seu choro manhoso.
— O que foi, filho? — Aproximei-me da cama. — O que houve? Sente dor?
— Eu quero a Laurinha — pediu-me fazendo um biquinho