Estava concentrado na última imagem que via de Guadalupe. Finalmente, depois de uma longa conversa, a havia levado ao apartamento. Ela se notava cansada. Havíamos estado conversando e caminhando pelo parque, o que provocou que seus pés inchassem.
Quando chegamos ao apartamento, a acompanhei ao quarto e me deitei ao seu lado. Pus minha mão em seu ventre e mentalmente falei com quem seria minha filha:
— "Palominha, meu céu, não sei o que nos depara o destino, mas sei que você crescerá e será uma moça de bem. Será uma excelente mulher. Sei porque Marco será seu pai. Sei claramente que formou uma maravilhosa mulher. Sei que será uma mamãe feliz e sei que sua mãe sempre estará ao seu lado.
Aconteça o que acontecer, minha vida, você deve ser forte, cada um dos dias de sua vida. Sempre estarei orgulhoso de quem é, minha menina".
Em menos do que imaginei, adormeci ao sentir a paz e tranquilidade do ventre de Guadalupe. O alarme de meu celular me acordou minutos depois. Tirei um cobertor e