Eram 19h, Massimo estacionava sua caminhonete em frente à casa de Valeria e Marco, ajudou sua filha a descer. Ela levava a urna com as cinzas de seu bisavô, segurava como se sua vida dependesse disso.
— Vamos, te levo, não quero que te briguem por minha culpa. — Disse Massimo como se de uma garotinha se tratasse.
Paloma pegou a mão de seu pai; para ela, eram poucas as interações, mas essas poucas lhe alegravam o dia. Massimo, de certa maneira, havia colocado um muro, ele sabia que não podia pe