Ao lado, o porteiro perguntou respeitosamente:
- Sr. Matheus, quer que eu o empurre para dentro?
Essas palavras feriram o orgulho de Matheus.
Com um sorriso amargo, ele respondeu:
- Não precisa!
Depois, ele mesmo empurrou a cadeira de rodas, saindo apressadamente.
Ele se movia muito rápido, sentindo uma aversão por si mesmo como nunca antes. Nunca se sentira tão humilhado, como um palhaço, como um cão sem dono...
Ele ainda pensava em surpreendê-la, mostrar que estava superando, participando do