O homem que entrou deveria não deveria ter mais que quarenta anos, vestia um terno escuro impecável e carregava um tablet em uma das mãos. Tinha a postura discreta e segura de quem estava acostumado àquele ambiente e, mais do que isso, à rotina exigente de alguém como John Walker.
— Senhor Monteiro. — Ele cumprimentou Eduardo com um aceno respeitoso, estendendo a mão em seguida. — Como vai? Peço desculpas pela espera. O senhor Walker está finalizando uma ligação e me pediu para conduzi-los à sa