Em um porão de uma mansão nos subúrbios da cidade, Douglas mal entrou e já sentiu um forte cheiro de medicamento, além do odor mofado e turvo do ar que não circulava há anos.
Se ouviam vozes baixas vindas de dentro.
Douglas, com passos firmes, caminhou em direção ao fundo do porão. Quanto mais avançava, mais claras as vozes se tornavam.
- Héctor, não se mexa, sua ferida vai abrir.
- Assim que eu sair daqui, vou acabar com aquele moleque, um inútil que ousou me emboscar.
- Héctor, por agora, melh