Talvez por estar pisando nos ombros humanos e se sentir relutante, ela sentiu seus pés instáveis, como se pudesse cair a qualquer momento.
Eduardo segurava seus tornozelos, dizendo:
- Não tente se levantar agora. Espere até que eu me levante; depois, você se levanta devagar, assim é menos provável que caia.
Maria, por instinto, assentiu com a cabeça, se lembrando de que ele não podia vê-la, e rapidamente respondeu verbalmente.
Só então Eduardo começou a se levantar lentamente.
Ele segurava fi