Assim que o telefone foi atendido, a voz extremamente impaciente de Eduardo se fez ouvir.
- Faça o que quiser com aquela mulher, mate-a, torture-a, como preferir.
- Sou eu.
Enquanto Eduardo estava prestes a desligar o telefone, Maria soltou uma risadinha repentina.
Do outro lado da linha, houve um silêncio instantâneo, seguido apenas de uma respiração pesada e sufocada.
Maria sorriu ironicamente e disse:
- Quer saber onde está Teresa? Se quiser descobrir, venha sozinho me encontrar.
Depois de fa