Acordei com a sensação de alguém sacudindo levemente meu ombro.
Eu queria protestar contra o toque, me recusar a abrir os olhos, mas o tremor era insistente.
"Ária?" uma voz me chamou.
Era familiar e calorosa. Soava como casa.
Consegui abrir um pouco os olhos, lutando contra a luz artificial brilhante que me inundava. Mas depois de vários segundos, consegui distinguir o rosto de minha mãe.
"Ária?" ela chamou novamente.
"Eu estou viva...?" Eu disse, minha garganta seca e dolorid