Capítulo 18
Acordei com a sensação de alguém sacudindo levemente meu ombro.

Eu queria protestar contra o toque, me recusar a abrir os olhos, mas o tremor era insistente.

"Ária?" uma voz me chamou.

Era familiar e calorosa. Soava como casa.

Consegui abrir um pouco os olhos, lutando contra a luz artificial brilhante que me inundava. Mas depois de vários segundos, consegui distinguir o rosto de minha mãe.

"Ária?" ela chamou novamente.

"Eu estou viva...?" Eu disse, minha garganta seca e dolorid
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