Quando Van finalmente deixou o quarto, Melia desabou.
Não houve elegância no colapso. Primeiro veio a falta de ar, aquele tipo de desespero que entra sem bater. Depois, o choro, grande, feio, daqueles que não cabem em peito algum. Ela caiu de costas, virou de lado, encolheu-se até encostar o queixo nos joelhos e ficou ali, agarrada em si mesma, balançando devagar, como quem tenta embalar uma criança que não se cala.
— Killer… — o nome saiu mastigado. — Você não pode ter morrido… Não pode ter me