O quarto do hospital estava mergulhado em silêncio, o som constante dos aparelhos era o único sinal de que a vida ainda resistia dentro do corpo frágil de Melia. Ela permanecia imóvel, pálida, os lábios entreabertos como se buscassem ar que teimava em não vir. Sua respiração era ruidosa e as veias negras tomavam cada vez mais de sua pele.
Killer estava sentado ao lado da cama com a mão envolvendo os dedos de sua companheira, incapaz de soltar. O alfa parecia uma fera contida à força, o corpo rí