— Por favor... me solta... — a voz de Melia saiu falha, trêmula, quase um sussurro, mas quando Killer não afrouxou o aperto, ela ergueu o tom, sentindo a garganta arder de tanto chorar. — Me solta! Eu tô pedindo, por favor!
O alfa continuava a segurá-la com uma força que parecia inabalável, como se suas mãos fossem correntes de ferro presas em seus pulsos frágeis. Melia se debatia, torcia o corpo para todos os lados, mas não havia espaço para fugir. A respiração dela era descompassada, misto de