Capítulo 121: O filho perdido

Em Obsidian, a escuridão era mais espessa, um silêncio de morte que grudava na pele. Melia acordou aos poucos, a cabeça latejando, os olhos pesados, o corpo tão fraco que até respirar doía. O cheiro ali era de terra molhada e sangue seco, mata-lobos e magia.

Tentou se mexer, mas as cordas e a dor não deixaram. Olhou ao redor, piscando até a visão ajustar ao breu da cela. Estava sozinha? Não, não estava, não de todo, com canto do olho captou uma sombra se movendo na cela ao lado.

O som de respir
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