A manhã de quarta-feira surgiu cinzenta em São Paulo, condizente com a operação clandestina que Mariana estava prestes a realizar. No banco de trás do carro alugado, ela conferia os detalhes de seu disfarce. O macacão de brim azul-marinho ocultava as curvas que costumavam atrair olhares; o cabelo estava preso sob um boné da "ClimaPrime". No peito, o crachá falso exibia o nome "Mariane". Ela carregava uma maleta de ferramentas e um clipboard com uma ordem de serviço falsificada. O alvo era o apa