A presença na praça central da vila não havia sido um delírio provocado pelo sol da Toscana ou um fantasma vindo das sombras do porto de Santos. O homem que Mariana avistara na Sagra, recortado contra a luz âmbar do entardecer, era Nikolas. Ele era um arquiteto grego que se estabelecera na região para coordenar a restauração de um antigo monastério nas colinas vizinhas, trazendo consigo uma aura de serenidade que parecia estranha àquele mundo de segredos.
Se o primeiro ano de Mariana na Villa M