Mundo de ficçãoIniciar sessão— Não! — gritei, e sem pensar, me joguei na frente do próximo carro para resgatar a sacola.
Uma buzina estridente ecoou, mas peguei a sacola e voltei, sentindo meu coração afundando quando tirei a caixa e vendo tudo amassado.
A fúria, sempre tão perto da superfície, explodiu. Me virei para o homem, que mal havia parado de falar.
— Você é cego?! — berrei, minha a voz saindo trêmula de raiva e frustração. — Por que não olha por onde anda?!
Ele finalmente baixou o telefone e seus olhos, frios e de um azul metálico, me esconderam dos pés à cabeça com um desprezo t







