Mundo de ficçãoIniciar sessão(Visão de Rodrigo)
O elevador descia em um silêncio tenso. Olhava fixamente para as portas, sentindo a presença dela ao meu lado como uma corrente de ar desconfortável.
Ela se encolheu no canto oposto, mas aquele espaço de metal era pequeno demais para a animosidade que ocupava.
No meio do caminho, o elevador parou. As portas se abriram e um rapaz entrou, olhou para mim e seus olhos se arregalaram.
— Boa tarde, senhor Ferreira. — cumprimentou, quase se curvando. Um puxa-saco qualquer.
Meus olhos pousaram automaticamente no crachá pendurado no cordão: Administração. Ah, um







