As semanas passaram depressa.
Nossa casa, antes tão silenciosa, agora era preenchida pelos chorinhos da Melissa, pelo barulho da cadeirinha de balanço e pelas inúmeras risadas que ela arrancava de nós apenas com uma expressão engraçada.
A rotina mudou completamente.
E, para minha surpresa, Lucas parecia ter nascido para ser pai.
Naquela manhã, fui acordada pelo chorinho baixinho da Melissa.
Antes mesmo que eu me levantasse, Lucas abriu os olhos.
— Pode descansar mais um pouquinho. Eu pego ela.