Mundo de ficçãoIniciar sessãoA certeza de que Arthur não era suficiente era o que me movia. Ele era a complacência, o risco calculado; mas a minha ninfomania exigia o desconhecido, o inatingível. Henrique González era a parede que eu precisava derrubar. Sua rigidez era um convite, seu código de conduta, um desafio pessoal. Eu não apenas o desejava; eu precisava provar que a minha intensidade era mais forte do que qualquer disciplina militar.
Naquela noite, eu decidi ir para a ofensiva. Escolhi um bar de luxo onde meus amigos se reuniam, um lugar seguro o suficiente para não levantar suspeitas, mas público o suficiente para alimentar o risco. Tomei um banho demorado, sentindo o calor da água lavar qualquer vestígio de cansaço e preparando a pele para a armadura da noite. O vestido escolhido era uma peça de engenharia: justo, curtinho, um tecido que parecia desenhado para provocar movimento. Era, sem dúvida, devasso, e eu adorei. Nos pés, um scarpin alto, vermelho, que






