A noite caiu sobre a clareira com um silêncio pesado, mas carregado de expectativa. Cada aliado reunido sentia o peso da guerra que se aproximava; o ar parecia vibrar com energia latente, como se o próprio mundo soubesse que aquela seria a batalha decisiva.
Alex caminhava de um lado para o outro, observando os guerreiros, avaliando cada posição. Luiza segurava o bebê junto ao peito, sentindo cada pulso, cada vibração que emanava dele. A criança já não era mais apenas uma presença vulnerável — havia desenvolvido um instinto surpreendente para captar perigos e responder a eles.
— Estamos prontos? — murmurou ela, baixinho, para Alex, enquanto acariciava os cabelos do bebê.
Ele parou, olhando nos olhos dela com intensidade. — Não importa se estamos prontos ou não — disse ele, firme — o que importa é que estamos juntos. E enquanto estivermos juntos, ele sente nossa força, nossa proteção. Cada um de nós fará parte desse vínculo, e nada pode quebrá-lo.
O bebê chorou suavemente, mas dessa vez