O erro foi acreditar que o perigo anunciaria sua chegada.
Luiza percebeu tarde demais.
O rubi não pulsou. Não queimou. Não alertou.
Ele ficou… mudo.
A ausência foi o primeiro sinal.
Ela estava no limite da clareira, acompanhada apenas por duas sentinelas, respirando o ar da manhã. Seu corpo exigia pausas mais frequentes agora, e Alex insistira para que ela descansasse. Ainda assim, ela precisava sentir a floresta. Precisava se lembrar de quem era fora das profecias.
O vento mudou.
As sentinelas