O amanhecer tingia a floresta de tons acobreados, mas a luz suave contrastava com a tensão elétrica que se espalhava pelo ar. Luiza sentia cada músculo do corpo pesado, não apenas pelo cansaço da batalha anterior, mas pela nova vida crescendo dentro dela. Uma mistura de medo e excitação corria por suas veias; o rubi em sua mão pulsava com força desmedida, reagindo não só à sua conexão com Alex, mas também à energia da vida que florescia nela.
— Luiza, você está bem? — perguntou Alex, olhando-a