Ele sorriu e me entregou minha caneca de cerveja.
— Experimenta.
Dei um pequeno gole, enrugando o nariz para o sabor amargo que senti.
— Ér... bem amarga. — Tossi um pouco.
Ele explodiu em uma gargalhada.
— Sim, as melhores são bem amargas mesmo.
— Não sei se gostei. — Comentei rindo também.
— Posso te pedir outra bebida, mais docinha.
— Não, não precisa, acho que é questão de adaptação.
Ele concordou e continuamos conversando amigavelmente, quando me surpreendendo, ele me puxou do banquinho on