ANYA DEVEREUX.
A tensão deles não é visível; é sentida. Profunda. Involuntária.
Quando ele ergue o rosto másculo para me ver começando a descer, algo profundo dentro de mim hesita perigosamente. Os olhos dele, sempre tão frios e endurecidos pelas guerras, pela raiva acumulada, pelo rancor não resolvido, suavizam visivelmente por um breve segundo revelador.
Não o suficiente para que qualquer outra pessoa presente percebesse a mudança sutil.
Mas eu percebo claramente.
Porque passei tempo de