Transformei diante dela, ficando completamente nu, e agarrei seu pulso, lambendo as pontas dos dedos.
— Morrendo! — Rosnei provocador, fazendo-a rir.
— Sempre galanteador. — Brincou ela, depositando um beijo suave em minha bochecha. — Seu cheiro mudou.
— Mudou, é? — Arqueei uma sobrancelha intrigado.
Inalando meu pescoço, ela sorriu.
— Ah sim, vejo que a Deusa vem trabalhando em seu coração. — Yulli sorriu animada, abraçando-me. — Fico feliz que toda essa guerra não esteja escurecendo sua alma.