CAPÍTULO 25 – NO COVIL HUMANO

POV: RIGAN

Selene me guiava por becos escuros e sujos, passagens estreitas que serpenteavam pela cidade até um ponto próximo ao centro clínico. De fora, o local parecia abandonado, com suas janelas quebradas e paredes cobertas de grafite. No entanto, o forte odor humano que emanava de dentro denunciava a presença de muitas pessoas, entre elas alguns Lupinos e Maeve.

— Há muito sangue e cadáveres aqui! — rosnei n

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