HANA
*
Depois de tudo o que havíamos passado, estar em casa parecia surreal. Cada canto da sala parecia acolher a nossa dor e, ao mesmo tempo, prometia um recomeço. Jonh estava na cozinha, provavelmente preparando algo para nós com a esperança de trazer algum conforto.
Eu me sentei no chão do banheiro enquanto banhava Jonathan, tentando focar apenas nos movimentos suaves de limpar a pele dele, mas o nó na minha garganta não me deixava respirar direito.
Então o celular tocou.
Olhei para o visor