HANA
*
Entrar em casa sem o Jonathan nos braços foi como pisar num campo de lembranças que, de repente, haviam se tornado dolorosamente vazias.
A ausência dele preencheu o ambiente como um peso sufocante, me esmagando a cada passo.
Tudo ali parecia gritar a presença do meu filho, os brinquedos espalhados, o cobertor azul que ele arrastava pela sala, o cheirinho do seu shampoo infantil ainda impregnado no ar. Eu mal conseguia respirar.
Eu me abaixei ao lado dos brinquedos, incapaz de segurar a