LAIKA
Nenhuma fera nos atacou novamente enquanto nos devorávamos mutuamente. Alfa Karim ergueu-me em seus braços, beijando-me incessantemente. Senti sua rigidez pressionar minhas coxas, e, dessa vez, ela despertou em mim gemidos de antecipação, enquanto minha umidade implorava por ser preenchida. Ele conduziu-me em direção a uma imensa árvore, e, mesmo enquanto continuávamos a trocar beijos ardentes, o fôlego de ambos se esvaía até que, ao nos afastarmos, ficamos completamente sem ar.
— Oh, Laik