Verônica entrou no cômodo carregando uma sacola em uma das mãos e fechou a porta com o pé, completamente confortável naquele ambiente.
— Oi, Dante — disse, abrindo um sorriso rápido ao me ver preso com cordas no chão frio — Oi, amorzinho.
— Cala a boca — Cláudio respondeu na mesma hora, seco. — Eu não sou seu amor.
Ela revirou os olhos dramaticamente.
— Nossa, que grosso.
— E o que você veio fazer aqui?
— Ainnn, calma. Eu só vim avisar que trouxe as coisas que você pediu. Precisava de toda essa