Um momento de silêncio aconteceu, mas só até um dos policiais se pronunciar:
— Eu sinto muito, sr. Kavanagh.
— Nathan, é com você.
— Pai? O senhor não vai vê-lo?
— Ele tem que vir conosco. Agora.
Thomas fechou as mãos em punhos ao escutar o policial.
— Ele está bem, e eu já fico feliz por isso.
— Sentimos muito ter que fazer isso, mas...
— Vão algemá-lo? Precisa mesmo disso?
— Está tudo bem, Killian. – Diz, se virando de costas para o policial mais perto de si.
— Espere! – Luna