Frederico estava cada vez mais nervoso, as palmas das mãos frias e úmidas de suor.
Esperou por um longo tempo, mas ninguém abriu a porta.
Com o coração acelerado e uma sensação crescente de pânico, ele tentou girar a maçaneta.
Trancada.
A porta estava firmemente trancada, impenetrável.
Seu olhar vacilante recaiu sobre uma pequena lousa preta ao lado da entrada.
“Hoje fechado.”
Ele piscou algumas vezes, tentando processar aquelas palavras simples, mas devastadoras.
Primeiro, pensou que Alva tives