Um telefonema destruiu as ilusões de Alana.
Sua mão congelou no ar, o rosto calmo e inexpressivo enquanto o observava.
"Coma sozinha. Tenho trabalho a fazer."
Daniel percebeu que a expressão dela estava estranha, supondo que ela ainda estivesse preocupada com a situação do irmão.
Após terminar de digitar no celular, olhou para ela mais duas vezes antes de se virar e sair.
A porta se fechou. O homem saiu com a bolsa, abriu a porta do carro e entrou. Seu rosto estava tomado pela ansiedade enquant