Um ano depois.
-Venha, dorminhoco, levante-se!
Carlo sentiu a almofada afetuosa contra suas costas e virou-se rapidamente para pegar Aitana em seus braços e puxá-la para baixo em cima dele.
-Não lhe disse já que se você vai interromper meu sono tão cedo pela manhã, você tem que me dar algo em troca? -Ele a provocou, mordendo seus lábios com desejo.
-A noite passada não foi suficiente para você! -fingia, arrancando as sobrancelhas como se estivesse muito magoada.
- Nunca é o suficiente para mim,