Capítulo 34. vamos assinar o contrato
Ludovico parou seus passos sem poder controlar seus nervos, o rosto de Marcos era uma máscara de absoluta crueldade, ele olhava em volta tentando pedir ajuda a alguém, embora soubesse que ninguém iria ajudá—lo, pois até os guarda—costas tinham medo de seu sobrinho, então sua única saída era tentar convencê—lo de que era um ato não premeditado, só então ele poderia evitar ser espancado, no entanto, sua postura não augurava nada de bom.
—Espere, Marcos! Por favor, me desculpe. Você não pode me b