Lua
Ao abrir os olhos, uma dor latejante invade minha cabeça. Percebo que estou novamente naquela maldita cela. Levanto-me e vejo Nate, sentado do outro lado, com os cotovelos apoiados nos joelhos, perdido em pensamentos.
— Que merda é essa, Nate? — pergunto, com a voz ressoando entre as paredes frias.
— Vejo que você acordou. Desculpe por te prender novamente, mas não podíamos deixar você ir embora — ele responde, levantando-se e se aproximando das grades, olhan