A noite permanecia aberta sobre o vale de Jalisco, com o céu profundo sustentando um brilho constante de estrelas que pareciam imóveis acima da extensão silenciosa da hacienda Villalba. O vento continuava atravessando os campos, mais frio a cada minuto, percorrendo as plantações e subindo até a casa principal, onde as luzes ainda mantinham a varanda iluminada em tons quentes.
A varanda lateral permanecia quase vazia.
As colunas altas criavam sombras alongadas sobre o piso de pedra, e o corrimão