Luca acordou antes do sol, não porque tivesse descansado, mas porque o sono se recusara a ficar mais do que fragmentos curtos e agitados, sempre interrompidos pela lembrança da voz de Manuela dizendo que ele fora apenas passatempo, que nunca o quisera por perto, que ele devia ir embora e deixá-la em paz. Ele permaneceu alguns minutos deitado, encarando o teto do quarto que ocupava desde que voltara para a hacienda, tentando organizar o caos interno com a mesma disciplina que sempre aplicara ao