O calor da tarde pressionava a hacienda como uma mão firme sobre a nuca de quem trabalhava sob o sol.
Luca atravessava o galpão principal quando ouviu o som metálico de algo caindo no chão, seguido por um suspiro apressado demais para ser apenas descuido. Ele virou o rosto por instinto.
A mãe de Manuela estava próxima às prateleiras de ferramentas, organizando caixas de ferragens. Ao vê-lo, os olhos dela se arregalaram como se tivesse sido flagrada fazendo algo errado. A lata de pregos que segu