CAPÍTULO 368

O sol já tinha descido quando Luca encontrou Manuela sozinha perto do galpão antigo. O céu ainda guardava uma faixa alaranjada no horizonte, mas o resto da fazenda estava mergulhado naquela penumbra azul que deixava tudo mais vulnerável.

Ela fechava um cadeado com mãos firmes demais para alguém que parecia prestes a desmoronar.

— A gente precisa conversar — ele disse, sem rodeios.

Manuela nem virou o rosto.

— Não precisa.

— Precisa, sim.

Ela girou a chave, puxou para testar e só então se virou.
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