Rafael bateu na porta com os nós dos dedos, sem força, como se qualquer impacto mais duro pudesse quebrar algo que já estava por um fio. O som ecoou curto dentro da casa pequena e, do outro lado, houve um silêncio imediato, denso, atento demais para ser casual.
Camila demorou alguns segundos para abrir.
Quando a porta finalmente se moveu, ela apareceu no vão com o bebê nos braços, o corpo ligeiramente inclinado para a frente num gesto automático de proteção. Congelou ao vê-lo. Não houve sobress