Aldo deixara Rafael no chão e avançara na direção de Camila com a faca na mão, a lâmina brilhando sob a claridade que entrava pelos buracos do telhado. Ele não correra. Caminhara, certo de que ela iria recuar até não ter para onde ir.
Camila encostara na parede áspera do galpão. O ar cheirava a diesel e ferrugem. A cabeça mandava fugir, mas o corpo procurou saída prática. No chão, perto de um pneu rasgado, havia uma barra de ferro suja de graxa.
Aldo se aproximara.
Camila se abaixara, agarrara