O eco dos passos de Rafael e Herrera ainda vibrava no chão de concreto quando um som metálico, vindo do fundo do galpão, cortou o ar. Rafael parou ao lado da mesa de ferramentas, a mão indo direto para o coldre.
— Ouviu? — perguntou, sem desviar o olhar.
— Ouvi — Herrera respondeu, erguendo a arma. — Tem gente além da gente aqui dentro.
O cheiro de diesel vinha mais forte ali, misturado à ferrugem. A luz que entrava pelas frestas do telhado desenhava faixas pálidas, e entre elas um vulto começo